quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Mimi e a bolinha



ra uma vez, uma gatinha que se chamava Mimi. 
Ela vivia brincando com a sua bolinha de lã. Ficava pra lá e pra cá, não saia de perto dela, não passava um minuto se quer longe dela, nem para comer, nem para beber água, não a deixava por nada.
Um dia apareceu um cachorrinho que gostou muito de Mimi. Ela perguntou:
- Como é seu nome? 
- Meu nome é Lingüiça, e o seu? Respondeu o cachorrinho.
- Mimi, meu nome é Mimi.
O seu nome é engraçado! 
- O meu nome é engraçado, mas o seu é muito bonito.
No dia seguinte, Mimi mostrou sua bolinha de lã para Lingüiça.
- A sua bolinha é muito bonita e colorida, eu bem que queria ter uma igual a essa!
brigada, mas não fique triste, respondeu Mimi. De repente ela teve uma idéia.
Com pena de Lingüiça, ela perguntou: 
- Você quer ficar com a minha bolinha para sempre? 
- Você está falando sério? Perguntou Lingüiça assustado, sabendo que Mimi não descolava daquela bolinha de lã.
- Estou falando sério sim, depois eu arrumo outra bolinha dessa por aí.
- Muito obrigado Mimi, eu vou aceitar, mas tomarei muito cuidado com ela.
De repente, Lingüiça foi até a casinha de Mimi e gritou desesperado:

- Mimi! Mimi! Ela desapareceu, ela desapareceu!
Mimi acordou assustada!


- O que foi? O que foi? Quem desapareceu?
- A bolinha de lã! Disse Lingüiça desesperado.





Alguns dias depois, se acostumaram a brincar juntos sem a bolinha de lã. Viveram felizes, como bons amiguinhos, mas sem a bolinha de lã.

Fim 

                                                       


Gentileza



ra uma vez um menino que vivia mal humorado.
Não falava com as pessoas e não cumprimentava ninguém.
empre sério e emburrado, vivia isolado, o coitado...
Eta menino mal-educado! Não era gentil com ninguém!

m dia, conversando com a mãe, a criança falou:

- Mãe, eu estou muito triste! Ninguém gosta de mim!...
- Filho, você precisa mudar! Existem palavras mágicas que tornam a vida mais fácil e que devemos sempre falar!


- Palavras mágicas? Será ABRACADABRA, ou então... PIR-LIM-PIM-PIM?

- Não, filho! As palavras são: Muito obrigado... Por favor... Por gentileza...
                                     

- Mãe, você é tão amável! De hoje em diante serei um menino gentil! Serei alegre, brincalhão e amigo dos meus amiguinhos!
E a palavra GENTILEZA será a minha preferida!
Muito obrigado, mamãe. Amo você!!!


 assim, o menino mal humorado...  tornou-se um menino gentil, amado pelos colegas, amiguinhos; enfim, por todas as pessoas que com ele conviviam!
E tem mais...

le passou a ser chamado pelo apelido carinhoso de...
 - Menino Gentileza!

aaaaaaaaauuuuuuuu!!!

Amarildo, o peixe


Amarildo, o peixe, nadava pelo rio sua nadada diária como fazia toda manhã, pois era um peixe que se preocupava sempre em melhorar sua qualidade de vida e sabia que exercícios sempre lhe fazia bem.

Foi em uma dessas manhãs que Amarildo, já no auge da malhação, deparou-se com o que ele diria ser a luz de sua vida!
Ela era linda aos olhos de Amarildo. Magra, esguia, porém sem perder as curvas, bailava a sua frente como o convidando a mais bela dança.
Amarildo, esportista que era, logo saiu dançando na frente daquele ser que tão rapidamente lhe roubou o coração e foi logo lhe mostrando os músculos escamados de peixe que cultivava com tanto orgulho e apreço.
Sim, Amarildo era um peixe que se amava. Perdia horas na frente dos espelhos d’água apreciando sua aparência, aliás, ficava mesmo era namorando sua imagem.
Os outros peixes viviam dizendo que um dia Amarildo se perderia pela própria vaidade, mas o vaidoso não lhes dava ouvido e dizia que falavam isso porque tinha inveja de sua beleza.
Mas naquela manhã, lá estava Amarildo, esquecido de si e simplesmente hipnotizado por aquela que com certeza, seria a mãe de seus peixinhos.

E pensando assim, Amarildo foi se aproximando cada vez mais de seu amor e quanto mais se aproximava, mais aumentava os sonhos.


Sonhava a casa no rio onde a levaria para morar, a academia que lhe daria de presente de casamento, as nadadas pelo rio que dariam juntos, quem sabe até não nadariam até outros rios?


Ah! Quantos sonhos não sonhava Amarildo... Até que enfim conseguiu tocar o corpo de sua amada. Pobre Amarildo, mal sabia que aquele amor traria sua morte...



- Corre ajudar Zé, esse é dos grandes